21 de jan de 2009

PIEDADE NÃO


Não preciso de piedade
não preciso que enxugues
minhas lágrimas
posso fazê-la sozinha
sei carregar minha cruz
não imploro afeição
me dá quem quer
Não preciso de amor fugaz
nada parecido com
vento, fumaça,
com nuvens que passa
não necessito de ajuda
Quero um amor real
Um amor que queima e
aquece como o fogo na lareira
Quero emoções fortes
como raios e trovões
Afagos e acenos eu dispenso
Meio sorriso não quero
Quero gargalhadas
quero beijos e abraços
Tapinha nas costas
são para funerais
.
Ferina*Izil*

Um comentário:

Juan disse...

Izil, me gustó el poema.

La vida
sin esas emociones
sin besos y abrazos que queman
sin el amor apasionado
sin vuelos en su compañía
no es vida
sólo es soñar que vives.

Un abrazo.

Juan Antonio