1 de dez de 2007

PARALISADA


É assim que me sinto
como se minha alma estivesse
aprisionada em um corpo que não reage
Um invólucro que vê o tempo passar,
sem nunca se rebelar.
Sinto me morta
Sou como um caracol que
tem um enorme peso que carregar
só para ter aonde morar.
Minha alma não grita mais,
conformou-se, não reage, é triste
Enfim foi ela mesma quem escolheu,
este corpo como destino
Esqueceu-se de que podia...
o livre-arbítrio usar
.
Ferina*izil*
Foto de PauloMadeira

Um comentário:

Bichinho disse...

Beijo fantasma.