18 de dez de 2008

MULHER MISTÉRIO

Ela usava uma saía vermelha
Tinha os olhos e cabelos
tão negro quanto a noite sem lua
Ela vinha ninguém
sabe de onde
Surgia de repente, do nada.
Era admirada, cantada, exaltada.
Mas assim como
um vendaval ela passava
sem se importar com nada
E a todos atravessava
E a todos ignorava
Simplesmente seguia
ia embora sem rastro,
só deixava seu perfume
que a todos enfeitiçava.
.
Ferina*izil*

2 comentários:

Juan disse...

El perfume de la poeta
son sus versos
nosotros siempre seguimos su rastro
leyendo sus bellos poemas.

Feliz Navidad, amiga, y que Dios te siga bendiciendo.

Un abrazo.

Anônimo disse...

Profumo di Izil..
dei suoi capelli,
del suo corpo, di lei, lei di fuori e lei di dentro, lei sempre lei...qui nelle nari, di un sogno...