Meu grito não alcança palavras
Em meu testemunho, escadas
as fotos, os quadros e roupas
Parados no tempo da noite
Ouvindo o berro do quarto
Gemem as paredes brancas
O abajur ilumina o lado
De um quarto abandonado
Meu corpo está deitado
Sim, na penumbra do chão
Bateu, e pela última vez
Jaz Ferido e Morto Coração
(Ferina * Karolina B)
25 agosto 2008
24 agosto 2008
BRASILERA MI MANCHI

Ti ho conosciuta una sera,
in internet, donna brasilera.
E' nata in me una grande speranza
ma tu m'hai lasciato come una vacanza.
Per un po' son rimasto indifferente
di te non mi mancava niente.
Poi una notte all'improvviso
ho sfiorato, in sogno, il tuo viso.
Ho accarezzato la tua pelle
sdraiato con te a guardar le stelle.
Il tuo profumo m'ha inebriato
come un uomo innamorato.
...ed ora mi manchi
come i tuoi fianchi.
Mai ricevuto carezze audaci
solo agognato i tuoi dolci baci.
Nei tuoi seni adorati vorrei posare
la mia guancia, poi in riva al mare
continuare ad osare e far di tutto
perchè nulla con te è brutto.
Lasciami continuare a sognare
è bello accanto a te riposare,
con la tua mano nella mia
viene più facile parlar di poesia.
in internet, donna brasilera.
E' nata in me una grande speranza
ma tu m'hai lasciato come una vacanza.
Per un po' son rimasto indifferente
di te non mi mancava niente.
Poi una notte all'improvviso
ho sfiorato, in sogno, il tuo viso.
Ho accarezzato la tua pelle
sdraiato con te a guardar le stelle.
Il tuo profumo m'ha inebriato
come un uomo innamorato.
...ed ora mi manchi
come i tuoi fianchi.
Mai ricevuto carezze audaci
solo agognato i tuoi dolci baci.
Nei tuoi seni adorati vorrei posare
la mia guancia, poi in riva al mare
continuare ad osare e far di tutto
perchè nulla con te è brutto.
Lasciami continuare a sognare
è bello accanto a te riposare,
con la tua mano nella mia
viene più facile parlar di poesia.
.
Ferino *Lancil*
23 agosto 2008
SEM SOM

afinal as palavras
eram ocas e sem ruído
mesmo no papel eram invisíveis
não tinham significado
faziam parte de uma linguagem
de silêncio
a invenção da escrita
tornou-se inútil
como a alma num animal
queria tanto gritar
palavras de revolta
cuspir centelhas de fogo
sussurrar palavras de afecto
da boca junto do ouvido
falar palavras de comando
num leito de mel
afinal as palavras
eram o silêncio
de uma vida
sem entendimento
Atit Ordep
Foto de Amanda
eram ocas e sem ruído
mesmo no papel eram invisíveis
não tinham significado
faziam parte de uma linguagem
de silêncio
a invenção da escrita
tornou-se inútil
como a alma num animal
queria tanto gritar
palavras de revolta
cuspir centelhas de fogo
sussurrar palavras de afecto
da boca junto do ouvido
falar palavras de comando
num leito de mel
afinal as palavras
eram o silêncio
de uma vida
sem entendimento
Atit Ordep
Foto de Amanda
21 agosto 2008
MADRUGADA

Sem sono, penso em ti...
Imagino-te dormindo...
Da porta do quarto te observo,
e logo não resisto
e me aproximo de mansinho,
não querendo te acordar...
Chego bem perto,
te faço um carinho...
Esboças um sorriso,
e continuas dormindo...
talvez estejas sonhando...
Continuo te olhando e me afasto
para que descanses...
Dormes...
e eu aqui, sem sono,
cheia de saudade e de desejos,
penso em ti...
.
Imagino-te dormindo...
Da porta do quarto te observo,
e logo não resisto
e me aproximo de mansinho,
não querendo te acordar...
Chego bem perto,
te faço um carinho...
Esboças um sorriso,
e continuas dormindo...
talvez estejas sonhando...
Continuo te olhando e me afasto
para que descanses...
Dormes...
e eu aqui, sem sono,
cheia de saudade e de desejos,
penso em ti...
.
Suely Ribella ©
20 agosto 2008
LA MIA VITA IN UN PUGNO

Seduto lassù
sulla cima del monte.
Arrivato sudato
m'asciugo la fronte.
Guardo laggiù
nella valle lontana.
Solo silenzio.
Il mio cuore batte.
Sento pulsare le vene.
Guardo le dita
della mia mano.
Sono lunghe, vissute,
con le nocche, ossute.
Per ogni dito un ricordo
ed un ringraziamento.
A chi mi ha creato
atto d'amore in un prato.
A chi mi ha cresciuto e
mi ha dato il suo cuore
A chi mi dato una spinta
sul sentiero della vita.
A chi mi ha sopportato
senza mai lamentarsi.
A chi ora ha gl'occhi
arsi, e mi viene incontro.
Mi tende la mano
mi dice: vieni con me!
l'ora tua è giunta!
Ti ringrazio ultima
amica e ti prendo la mano.
E felici lontano, lontano
verso l'oblio del tempo
noi correndo andiamo!
L'orrendo crepaccio
si apre d'un tratto
un lampo di luce,
di vita.....è finita!
Dov'è andato l'amore
così tanto cercato?
Dove andato quel viso
che io ho sempre sognato?
E' racchiuso nel cuore
del grande ghiacciaio
e lo scalda il ricordo...
..tanto,io,
sulla cima del monte.
Arrivato sudato
m'asciugo la fronte.
Guardo laggiù
nella valle lontana.
Solo silenzio.
Il mio cuore batte.
Sento pulsare le vene.
Guardo le dita
della mia mano.
Sono lunghe, vissute,
con le nocche, ossute.
Per ogni dito un ricordo
ed un ringraziamento.
A chi mi ha creato
atto d'amore in un prato.
A chi mi ha cresciuto e
mi ha dato il suo cuore
A chi mi dato una spinta
sul sentiero della vita.
A chi mi ha sopportato
senza mai lamentarsi.
A chi ora ha gl'occhi
arsi, e mi viene incontro.
Mi tende la mano
mi dice: vieni con me!
l'ora tua è giunta!
Ti ringrazio ultima
amica e ti prendo la mano.
E felici lontano, lontano
verso l'oblio del tempo
noi correndo andiamo!
L'orrendo crepaccio
si apre d'un tratto
un lampo di luce,
di vita.....è finita!
Dov'è andato l'amore
così tanto cercato?
Dove andato quel viso
che io ho sempre sognato?
E' racchiuso nel cuore
del grande ghiacciaio
e lo scalda il ricordo...
..tanto,io,
non ti scordo!
.
Ferino *lancil*
18 agosto 2008
FRIO

Percorro,
escorro,
caio
em teu corpo.
Ignoras-me,
não te importas
com meus desejos.
És frio,
és mau.
Odeio-te
pelo tanto
que te quero.
Artesãdaspalavras | izilgallu
Ferina Izil
MENTIRA

a mentira
atravessa violenta
a minha ingenuidade indefesa
como a chuva torrencial
rasga as cartas de amor imaginárias
que nunca te escrevi
a mentira
arruinou todo o meu futuro
desenhado num vidro embaciado
a minha alma estava hipotecada
na ilusão de um fado em dó menor
cantado com voz rouca
a mentira
deixou o sonho ganhar asas
e subiu ao céu
e quando lá chegou
do alto do azul infinito
viu a verdade
e então compreendeu
que não sabia voar
a mentira
tem asas de cera
que derretem com o sol
a mentira
me deixa a suspirar pelo passado
com um medo eterno do futuro
sem ti e sem a mentira
a vida afunda-se no fio de uma navalha
Atit Ordep
atravessa violenta
a minha ingenuidade indefesa
como a chuva torrencial
rasga as cartas de amor imaginárias
que nunca te escrevi
a mentira
arruinou todo o meu futuro
desenhado num vidro embaciado
a minha alma estava hipotecada
na ilusão de um fado em dó menor
cantado com voz rouca
a mentira
deixou o sonho ganhar asas
e subiu ao céu
e quando lá chegou
do alto do azul infinito
viu a verdade
e então compreendeu
que não sabia voar
a mentira
tem asas de cera
que derretem com o sol
a mentira
me deixa a suspirar pelo passado
com um medo eterno do futuro
sem ti e sem a mentira
a vida afunda-se no fio de uma navalha
Atit Ordep
Ferino num desatino
17 agosto 2008
DESPEDIDA
16 agosto 2008
LA VITA E ' DIFFICILE
12 agosto 2008
CHOVE...

Essa chuva fina e fria,
traz uma certa tristeza...
Traz saudade, melancolia...
Medo, aflição, incerteza...
Não sei se é o tempo, a vida,
alguma coisa perdida...
Sempre que chove assim
sinto uma tristeza em mim!
Pensamentos me assaltam
e pra muito longe me levam...
Os vidros da janela embaçados
deixam meus olhos marejados...
Fecho a cortina pra não ver
a chuva que me faz sofrer...
fecho os olhos pra rever
quem não consigo esquecer...
traz uma certa tristeza...
Traz saudade, melancolia...
Medo, aflição, incerteza...
Não sei se é o tempo, a vida,
alguma coisa perdida...
Sempre que chove assim
sinto uma tristeza em mim!
Pensamentos me assaltam
e pra muito longe me levam...
Os vidros da janela embaçados
deixam meus olhos marejados...
Fecho a cortina pra não ver
a chuva que me faz sofrer...
fecho os olhos pra rever
quem não consigo esquecer...
.
Suely Ribella ©
Suely Ribella ©
10 agosto 2008
SONETO DO DESALENTO

eu não sei mais o que posso dizer
quando me olho bem no espelho
contemplo um rosto gasto, a sofrer
esmorecido, melindrado e velho
falo com alguém que bem conheço
está lá do outro lado da minha vida
é pessoa que não merece muito apreço
vive nos meus erros de forma repetida
como se aquela triste personagem
não vivesse em cruel sofrimento
presa no sufoco de uma miragem
uma vida tomada assim por inteiro
pelo sofrimento e pela engrenagem
de um amor tolo que foi o primeiro
Atit Ordep
quando me olho bem no espelho
contemplo um rosto gasto, a sofrer
esmorecido, melindrado e velho
falo com alguém que bem conheço
está lá do outro lado da minha vida
é pessoa que não merece muito apreço
vive nos meus erros de forma repetida
como se aquela triste personagem
não vivesse em cruel sofrimento
presa no sufoco de uma miragem
uma vida tomada assim por inteiro
pelo sofrimento e pela engrenagem
de um amor tolo que foi o primeiro
Atit Ordep
09 agosto 2008
AMO-TE

preciso dizer
amo-te
todos os dias
e não sei a razão
penso em ti
esplendorosa
num pedestal
sedas esvoaçantes
salientam tuas coxas
num trono te coloquei
porque és a mulher mais bela do universo
e embora este seja pequeno para o teu brilho
é causa da minha cegueira
agora só te vejo a ti
e só sei dizer
amo-te
não sei conjugar mais nenhuma palavra
nem ver outro rosto que não o teu
e não há razão
que me demova
de te venerar
não há razão
razoavelmente factual
que me deixe enxergar
para além do brilho
dos teus olhos
Atit Ordep
Foto de Alex Korolkovas
amo-te
todos os dias
e não sei a razão
penso em ti
esplendorosa
num pedestal
sedas esvoaçantes
salientam tuas coxas
num trono te coloquei
porque és a mulher mais bela do universo
e embora este seja pequeno para o teu brilho
é causa da minha cegueira
agora só te vejo a ti
e só sei dizer
amo-te
não sei conjugar mais nenhuma palavra
nem ver outro rosto que não o teu
e não há razão
que me demova
de te venerar
não há razão
razoavelmente factual
que me deixe enxergar
para além do brilho
dos teus olhos
Atit Ordep
Foto de Alex Korolkovas
08 agosto 2008
TARJA PRETA
DIA E NOITE

uma folha branca
depois da noite amarga
exibe miragens imorais
nada se vislumbra
além da óbvia desilusão
o tempo arrasta
um corpo pesado
vergado pelo abuso
do choro contido
de uma manhã cinzenta
um ribeiro corre
na direcção de um pântano
e aí os dois se encontram
ficam os sonhos por contar
e os planos por fazer
dois olhares de rancor
se entrelaçam na encruzilhada
da manhã com a noite
Atit Ordep
Foto de Isabela Daguer
depois da noite amarga
exibe miragens imorais
nada se vislumbra
além da óbvia desilusão
o tempo arrasta
um corpo pesado
vergado pelo abuso
do choro contido
de uma manhã cinzenta
um ribeiro corre
na direcção de um pântano
e aí os dois se encontram
ficam os sonhos por contar
e os planos por fazer
dois olhares de rancor
se entrelaçam na encruzilhada
da manhã com a noite
Atit Ordep
Foto de Isabela Daguer
07 agosto 2008
FELIZ
06 agosto 2008
NON CI SEI PIU'

Guardo l'acqua che scende
e scarica lampi e saette,
guardo i vetri appannati
di questa primavera.
Guardo il giorno
che si trasforma in sera.
Neanche i fiori hanno più
il loro profumo
e scende il buio
tutt'intorno al mondo
mentre il silenzio
avvolge la vita
che è finita.
Ma tu non ci sei più.
E gl'altri ridono,
si divertono.
Ma tu non ci sei più,
perchè non ci sei più?
Ferino*lancil*
e scarica lampi e saette,
guardo i vetri appannati
di questa primavera.
Guardo il giorno
che si trasforma in sera.
Neanche i fiori hanno più
il loro profumo
e scende il buio
tutt'intorno al mondo
mentre il silenzio
avvolge la vita
che è finita.
Ma tu non ci sei più.
E gl'altri ridono,
si divertono.
Ma tu non ci sei più,
perchè non ci sei più?
Ferino*lancil*
03 agosto 2008
HORAS PERDIDAS
02 agosto 2008
O MEDO
O rosto é morto,
os olhos tristes,
coração apertado.
É o medo.
O medo do amor,
o medo do sentir,
de avançar,
mergulhar,
conhecer.
Passam-se os anos,
os olhos continuam tristes,
o coração enganado.
O medo faz com que
o coração esqueça
de como é o amor,
a paixão.
O medo de amar
mata as emoções.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
os olhos tristes,
coração apertado.
É o medo.
O medo do amor,
o medo do sentir,
de avançar,
mergulhar,
conhecer.
Passam-se os anos,
os olhos continuam tristes,
o coração enganado.
O medo faz com que
o coração esqueça
de como é o amor,
a paixão.
O medo de amar
mata as emoções.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
Ferina Izil
01 agosto 2008
31 julho 2008
LA CODARDIA

Nessuna parola.
In silenzio
e a tradimento
un colpo di pugnale.
Al centro del petto
per squarciare
il cuore.
Fiotti di sangue
sprizzano
tutt'intorno.
Non c'è amicizia, contatto.
Non c'è amore ne odio.
C'è indifferenza.
Il sangue cola
e nessuno ti soccorre.
Non hai il tempo di soffrire..
solo di chiudere gl'occhi,
pieni di lacrime
e morire guardando
lontano, lontano
di là oltre l'oceano
sudamericano.
30 julho 2008
APATIA

Não há um pingo só de amor
nos versos que hoje faço
nesta noite fria...
o coração parece nem bater,
não há sorriso na face,
nem brilho, ainda que fraco, no olhar...
nada há que denuncie
a presença de vida em mim...
Assim, sem sentires, sem vontades,
vou juntando letras,
formando palavras, frases,
num texto sem vida
e sem você...
nos versos que hoje faço
nesta noite fria...
o coração parece nem bater,
não há sorriso na face,
nem brilho, ainda que fraco, no olhar...
nada há que denuncie
a presença de vida em mim...
Assim, sem sentires, sem vontades,
vou juntando letras,
formando palavras, frases,
num texto sem vida
e sem você...
.
Suely Ribella ©
Suely Ribella ©
27 julho 2008
26 julho 2008
O MOUSE

O mouse me obedece...
Em movimentos calmos
e lentos,
olhos fixos no monitor,
alheia ao mundo,
vou contornando teu rosto,
teus olhos, tua boca...
e fico assim distraída,
em pensamentos
quase reais...
e o cursor vai deslizando,
quase entorpecido
tanto quanto eu,
em carinhos
e carícias imagináveis...
Não tenho pressa...
Eu nunca tenho pressa
quando estou contigo...
.
Em movimentos calmos
e lentos,
olhos fixos no monitor,
alheia ao mundo,
vou contornando teu rosto,
teus olhos, tua boca...
e fico assim distraída,
em pensamentos
quase reais...
e o cursor vai deslizando,
quase entorpecido
tanto quanto eu,
em carinhos
e carícias imagináveis...
Não tenho pressa...
Eu nunca tenho pressa
quando estou contigo...
.
Suely Ribella ©
24 julho 2008
O MEU AR

Tão má eu sou que hoje pensei
em ver-te morto,
e um sorriso sarcástico esbocei,
não foste meu,
e uma vez morto,
já não serás de mais ninguém...
Tentei fechar o pensamento,
o ar já me faltava...
de alguma forma és meu...
Então sou má e egoísta,
quero-te vivo,
pois se fores, levas contigo
o ar que eu respiro...
em ver-te morto,
e um sorriso sarcástico esbocei,
não foste meu,
e uma vez morto,
já não serás de mais ninguém...
Tentei fechar o pensamento,
o ar já me faltava...
de alguma forma és meu...
Então sou má e egoísta,
quero-te vivo,
pois se fores, levas contigo
o ar que eu respiro...
.
Suely Ribella ©
Suely Ribella ©
23 julho 2008
ESQUECIMENTO (A PAZ INFANTE)
A inocência poderia ser mais
presente ao invés de passado
Mas na maioria do tempo
Brincamos com tantas verdades
Mentimos sobre nossas vontades
Meu eu, sem eu, descontente
Suportando o evidente caos
De ter esquecido como é a paz
Assim perdemos o deslumbre
Da paz infante
(ferina * Karolina B)
22 julho 2008
POUSAR

Sinto que estou caindo
Estou chegando aos seus pés tão frios
Quando esbarrar me levante
Ficarei olhando um instante
Para os seus olhos brilhantes
Uma esperança que eu nunca tive
Sinto que estou caindo
Não tenho mais asas para pousar
Não tenho impulso para voar
Espero que me recolha com duas mãos em concha
E não desista de me acalentar
Até que eu consiga abrir os olhos
Estou aqui caído
O chão frio reconhece meu corpo
Espero poder sentir o seu gosto
Logo tomarei novamente o ar
Mas o doce sono seduz em lembranças
Agora estou em profunda discórdia
Dormir e acordar
Pousar ou voar
(Ferina * Karolina B)
foto: [link original]
21 julho 2008
O PECADO

De novo,
nossa mente
surpreende-nos.
É o perigo rondando
nosso presente,
nosso futuro.
O pecado nos faz
arriscar a pele,
pelo prazer.
Mas somos mascarados.
Não podemos nos perder,
nem riscos correr,
nem dos limites sair.
Somos ferozes,
ameaçadores.
E vamos quebrar
as amarras de nossa mente.
Esqueceremos dos perigos
e penetraremos no prazer.
Eu e você...
Vamos pecar
e feliz seremos.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
Ferina Izil
foto guy berthier
20 julho 2008
S.O.S.

Sinto ainda em minha boca
o gosto dos teus beijos,
e em meu corpo
o prazer dos teus carinhos...
Sinto o calor das tuas mãos...
Ah, Como eu queria
estar contigo agora!
Tenho fome, tenho sede,
que só teus beijos,
teus carinhos,
só tu, mais ninguém,
podes matar...
Vou morrer de fome e sede
porque não vens me socorrer...
o gosto dos teus beijos,
e em meu corpo
o prazer dos teus carinhos...
Sinto o calor das tuas mãos...
Ah, Como eu queria
estar contigo agora!
Tenho fome, tenho sede,
que só teus beijos,
teus carinhos,
só tu, mais ninguém,
podes matar...
Vou morrer de fome e sede
porque não vens me socorrer...
.
Suely Ribella ©
19 julho 2008
DILANIATO DA UNA FIERA

Intrappolato con gusto,
passione al momento giusto.
Sorrisi e ammiccamenti
così passavamo i nostri momenti.
Poi vennero i litigi
le incompresnioni.
Le tue Gelosie.
Poi ti sei trasformata da
Angelo
in Arpia.
In una bestia feroce.
Mi hai squarciato
il torace e il ventre
passione al momento giusto.
Sorrisi e ammiccamenti
così passavamo i nostri momenti.
Poi vennero i litigi
le incompresnioni.
Le tue Gelosie.
Poi ti sei trasformata da
Angelo
in Arpia.
In una bestia feroce.
Mi hai squarciato
il torace e il ventre
mentre
il mio sangue bevevi
con le unghie graffiavi
il mio cuore
per aggiungere
ancor più grande il dolore.
Le tue urla
il mio sangue bevevi
con le unghie graffiavi
il mio cuore
per aggiungere
ancor più grande il dolore.
Le tue urla
di godimento
sovrastavano
le mie deboli e inconsistenti.
Grande la ferita
la mente spenta
il cuore a brandelli.
Non contenta mi hai
voluto umiliare.
MI cercavi e non ti facevi
più trovare.
Mi hai anche affiancata una
tua spia. Hai tramato...
VOLEVI AMORE..
TE L'HO DATO...TANTO!
Non ti bastava
volevi il mio sangue.
Ed ora che sono morto
che nulla, conto più,
per te, moglie
le mie deboli e inconsistenti.
Grande la ferita
la mente spenta
il cuore a brandelli.
Non contenta mi hai
voluto umiliare.
MI cercavi e non ti facevi
più trovare.
Mi hai anche affiancata una
tua spia. Hai tramato...
VOLEVI AMORE..
TE L'HO DATO...TANTO!
Non ti bastava
volevi il mio sangue.
Ed ora che sono morto
che nulla, conto più,
per te, moglie
io torno e se anche
hai sfracellato il mio corpo
non avrai mai, ormai
la mia mente.
Non cerco vendetta
ma solo verità
e giustizia.
In questo mondo
di ladri e assassini
io grido viva l'amore...
hai sfracellato il mio corpo
non avrai mai, ormai
la mia mente.
Non cerco vendetta
ma solo verità
e giustizia.
In questo mondo
di ladri e assassini
io grido viva l'amore...
senza distanze, senza mari
o oceani,
l'unico collante
del genere umano.
l'unico collante
del genere umano.
C'è la luna in cielo
notte splendida per morire
t'illumina il cammino.
CHIUDI LA PORTA
SBARRA LE FINESTRE
Potrebbero arrivare anche
gli spirti del mal
evocate..lontano..lontano....
18 julho 2008
O QUE DIZER PRA QUEM VOOU

O que dizer pra quem voou?
Dos suplícios da saudade?
Que hoje bordei seu nome?
Da vantagem de tê-lo longe?
Das maldades de tê-lo perto?
Que adotei os seus vícios?
E a razão não parece certa?
Vou dizer pra quem voou...
Que tuas asas são tão grandes
(os ternos momentos de amizade)
Estão batendo a vontade
Na mesa, cama e banho
Do meu dia, sempre estranho
Sempre tão organizado
Você e sua bagunça
Pra onde você voou?!
(Ferina * Karolina B)
Assinar:
Postagens (Atom)





