sinto o frio das mentes loucas que sofrem o inverno da obsessão por imperfeições inexistentes e ignoram o possível degelo de um coração pulsando desejoso de ser quente por amor e por perdão
todos os dias te imagino do meu lado nas tardes mornas de Outono aconchego-te o meu corpo ao teu e na tua mão entrelaço os meus dedos para que não fujas não me vá dar a modorra por cheirar a alfazema do teu cabelo
todos os dias te imagino sorridente e distraída ao acordar abrindo a janela do quarto voltando para a cama onde fazes um número de magia desaparecendo por debaixo dos lençóis
todos os dias te imagino verdadeira e inteira como uma mulher a sério quando vestes as roupas que tanto trabalho me deram a tirar e fico a ver-te correr para a rua onde te afastas e perdes na multidão
todos os dias te imagino como se ainda fosse possível alguém vencer a morte da memória
todos os dias me imagino só para isso seja apenas a minha imaginação
voglio strapparmi il cuore guardarlo bene, da vicino e controllare se rimane spazio per la vita di domani
E' pieno di ricordi,sanguina, cose belle poche dolori molti e variegati non c'è più spazio per la felicità?
guardo meglio , giù in fondo trovo spazio per un nuovo amore l'ultimo, forse. Anche per dei sorrisi anche se ho solo più poco da vivere è bene che t'avvisi. . Ferino*Lancil*
Chega o Carnaval, confete nas bocas a gritarem loucas, quase a sufocar... muita serpentina a rodear pescoços de velhos e moços, sinto-me enforcar... corpos nus, suados, flagrante indecência, gritam de carência, se deixando usar... Vai-se o Carnaval, levando a ilusão, fica o coração
Nada te trará de volta E eu continuo desejando isso Fico esperando numa casa sem porta Dando passos num caminho sem chão Bebendo goles de esquecimento Lembrando do seu perfume Das nossas desconversas noite adentro Ai! Que infelicidade mortal Que leva a minha juventude aos poucos Esse grito calado e contínuo Esse urro protegido