Até quando o relógio vai mostrar O tempo que não tenho mais? Que passa de repente, rápido Longe de tudo que deveria ser Das razões mais sensatas Dos ponteiros mais retos E as curvas do vento Por que não me arrastam Para um dia melhor? (Ferina * Karolina B)
Ti ho conosciuta una sera, in internet, donna brasilera. E' nata in me una grande speranza ma tu m'hai lasciato come una vacanza. Per un po' son rimasto indifferente di te non mi mancava niente. Poi una notte all'improvviso ho sfiorato, in sogno, il tuo viso. Ho accarezzato la tua pelle sdraiato con te a guardar le stelle. Il tuo profumo m'ha inebriato come un uomo innamorato. ...ed ora mi manchi come i tuoi fianchi. Mai ricevuto carezze audaci solo agognato i tuoi dolci baci. Nei tuoi seni adorati vorrei posare la mia guancia, poi in riva al mare continuare ad osare e far di tutto perchè nulla con te è brutto. Lasciami continuare a sognare è bello accanto a te riposare, con la tua mano nella mia viene più facile parlar di poesia.
afinal as palavras eram ocas e sem ruído mesmo no papel eram invisíveis
não tinham significado faziam parte de uma linguagem de silêncio
a invenção da escrita tornou-se inútil como a alma num animal
queria tanto gritar palavras de revolta cuspir centelhas de fogo sussurrar palavras de afecto da boca junto do ouvido falar palavras de comando num leito de mel
afinal as palavras eram o silêncio de uma vida sem entendimento
Sem sono, penso em ti... Imagino-te dormindo... Da porta do quarto te observo, e logo não resisto e me aproximo de mansinho, não querendo te acordar... Chego bem perto, te faço um carinho... Esboças um sorriso, e continuas dormindo... talvez estejas sonhando... Continuo te olhando e me afasto para que descanses... Dormes... e eu aqui, sem sono, cheia de saudade e de desejos, penso em ti... .
Seduto lassù sulla cima del monte. Arrivato sudato m'asciugo la fronte. Guardo laggiù nella valle lontana. Solo silenzio. Il mio cuore batte. Sento pulsare le vene. Guardo le dita della mia mano. Sono lunghe, vissute, con le nocche, ossute. Per ogni dito un ricordo ed un ringraziamento. A chi mi ha creato atto d'amore in un prato. A chi mi ha cresciuto e mi ha dato il suo cuore A chi mi dato una spinta sul sentiero della vita. A chi mi ha sopportato senza mai lamentarsi. A chi ora ha gl'occhi arsi, e mi viene incontro. Mi tende la mano mi dice: vieni con me! l'ora tua è giunta! Ti ringrazio ultima amica e ti prendo la mano. E felici lontano, lontano verso l'oblio del tempo noi correndo andiamo! L'orrendo crepaccio si apre d'un tratto un lampo di luce, di vita.....è finita! Dov'è andato l'amore così tanto cercato? Dove andato quel viso che io ho sempre sognato? E' racchiuso nel cuore del grande ghiacciaio e lo scalda il ricordo... ..tanto,io,
a mentira atravessa violenta a minha ingenuidade indefesa como a chuva torrencial rasga as cartas de amor imaginárias que nunca te escrevi
a mentira arruinou todo o meu futuro desenhado num vidro embaciado a minha alma estava hipotecada na ilusão de um fado em dó menor cantado com voz rouca
a mentira deixou o sonho ganhar asas e subiu ao céu e quando lá chegou do alto do azul infinito viu a verdade e então compreendeu que não sabia voar
a mentira tem asas de cera que derretem com o sol
a mentira me deixa a suspirar pelo passado com um medo eterno do futuro sem ti e sem a mentira a vida afunda-se no fio de uma navalha
Essa chuva fina e fria, traz uma certa tristeza... Traz saudade, melancolia... Medo, aflição, incerteza... Não sei se é o tempo, a vida, alguma coisa perdida... Sempre que chove assim sinto uma tristeza em mim! Pensamentos me assaltam e pra muito longe me levam... Os vidros da janela embaçados deixam meus olhos marejados... Fecho a cortina pra não ver a chuva que me faz sofrer... fecho os olhos pra rever quem não consigo esquecer...
O rosto é morto, os olhos tristes, coração apertado. É o medo. O medo do amor, o medo do sentir, de avançar, mergulhar, conhecer. Passam-se os anos, os olhos continuam tristes, o coração enganado. O medo faz com que o coração esqueça de como é o amor, a paixão. O medo de amar mata as emoções. . Artesãdaspalavras | izilgallu
Não há um pingo só de amor
nos versos que hoje faço
nesta noite fria...
o coração parece nem bater,
não há sorriso na face,
nem brilho, ainda que fraco, no olhar...
nada há que denuncie
a presença de vida em mim...
Assim, sem sentires, sem vontades,
vou juntando letras,
formando palavras, frases,
num texto sem vida
e sem você...
O mouse me obedece...
Em movimentos calmos
e lentos,
olhos fixos no monitor,
alheia ao mundo,
vou contornando teu rosto,
teus olhos, tua boca...
e fico assim distraída,
em pensamentos
quase reais...
e o cursor vai deslizando,
quase entorpecido
tanto quanto eu,
em carinhos
e carícias imagináveis...
Não tenho pressa...
Eu nunca tenho pressa
quando estou contigo...
.
Tão má eu sou que hoje pensei
em ver-te morto,
e um sorriso sarcástico esbocei,
não foste meu,
e uma vez morto,
já não serás de mais ninguém...
Tentei fechar o pensamento,
o ar já me faltava...
de alguma forma és meu...
Então sou má e egoísta,
quero-te vivo,
pois se fores, levas contigo
o ar que eu respiro...
A inocência poderia ser mais presente ao invés de passado Mas na maioria do tempo Brincamos com tantas verdades Mentimos sobre nossas vontades Meu eu, sem eu, descontente Suportando o evidente caos De ter esquecido como é a paz Assim perdemos o deslumbre Da paz infante
Sinto que estou caindo Estou chegando aos seus pés tão frios Quando esbarrar me levante Ficarei olhando um instante Para os seus olhos brilhantes Uma esperança que eu nunca tive
Sinto que estou caindo Não tenho mais asas para pousar Não tenho impulso para voar Espero que me recolha com duas mãos em concha E não desista de me acalentar Até que eu consiga abrir os olhos
Estou aqui caído O chão frio reconhece meu corpo Espero poder sentir o seu gosto Logo tomarei novamente o ar Mas o doce sono seduz em lembranças Agora estou em profunda discórdia Dormir e acordar Pousar ou voar